[Resenha] O Diário de Anne Frank, edição de Otto Frank e Mirjam Pressler
12 de junho de 1942 – 1° de agosto de 1944. Ao longo deste período, a jovem Anne Frank escreveu em seu diário toda a tensão que a família Frank sofreu durante a Segunda Guerra Mundial. Ao fim de muitos dias de silêncio e medo aterrorizante, eles foram descobertos pelos nazistas e deportados para campos de concentração. Anne inicialmente seguiu para Auschwitz e mais tarde para Bergen-Belsen.
Editora: Record (BestBolso)
Autora: Anne Frank com edição de Otto H. Frank e Mirjam Pressler
ISBN: 9788577990009
Número de Páginas: 373
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Anne Frank escreveu esse diário dos 13 aos 16 anos. Até aí tudo bem, é uma idade normal para uma garota ter um diário e escrever seus mais secretos segredos nele. Porém Anne não era uma jovem normal, era uma alemã, judaica e que contou sua experiência dos anos em que sua família viveu escondida dos nazistas em Amsterdã. Era 1942 e Anne vivia sua vida normalmente. Estudava, tinha amigos e o diário, que apelidou de Kitty, foi um de seus presentes pelo seu 13º aniversário. Pouco tempo depois sua família se viu obrigada a deixar o lar e seguir para um esconderijo, uma casa que ficava nos fundos de uma estante em um escritório. Anne seguiu para lá com seu pai Otto Frank, sua mãe Edith Frank e sua irmã mais velha, Margot Frank. A casa, chamada por Anne de Anexo, também abrigou a família dos van. Daan. Pai, mãe e filho.
No livro, Anne narra a rotina diária dentro do anexo, que no começo era amigável e todos pareceriam se divertir. Mas não demorou em que começassem as brigas e também o sentimento de prisão por viverem num lugar que não era o lar deles e onde nem podiam tomar sol. A casa até era agitada. Faziam as refeições, limpavam, lavavam roupas, liam, jogavam cartas ou outros jogos, estudavam e aprendiam outros idiomas em cursos via correio. E ainda sobrava tempo para as atividades físicas. Mas o que não faltava nesta casa eram as brigas. Quando não eram entre Anne e Margot, eram entre a mãe Frank e a mãe van Daan. Ou entre Anne e a Sra. Van Daan. Não davam tréguas. Quase não há dias em que Anne não relate uma briga.
Em um primeiro momento Anne parece mais infantil, preocupada com outras coisas e até mesmo com a vida que ela retomaria quando a guerra acabasse. Mas, passado mais de um ano, percebe-se em sua narrativa que ela amadureceu e mudou. Em certo momento, Anne fica muito amiga de Peter van Daan e claro, se apaixona por ele, a ponto de não conseguir pensar ou falar de mais nada.
A coisa mais gostosa nesse livro é perceber o quanto adolescente é adolescente em qualquer tempo da história, seja ele de qualquer nacionalidade. Em vários momentos Anne sente que todos os problemas do anexo estão ao redor dela. Não é raro frases do tipo: “porque todos implicam comigo”; “eu sou o problema do universo”, e claro, “ninguém me compreende”. Anne fala muito sobre seus sentimentos, suas dúvidas sobre o mundo e sobre sexo. Até mesmo sobre a guerra. Todos os integrantes do anexo discutiam as invasões feitas pelos nazistas e o rumo que a guerra iria tomar.
O Diário de Anne Frank foi editado pelo pai dela, Otto Frank, o único sobrevivente dos campos de concentração para onde a família foi enviada após terem sido capturados. Depois do último relato de Anne, Otto conta como os integrantes do anexo, e também a família que os abrigou, terminaram nos campos de concentração.

12 de junho de 1942 – 1° de agosto de 1944. Ao longo deste período, a jovem Anne Frank escreveu em seu diário toda a tensão que a família Frank sofreu durante a Segunda Guerra Mundial. Ao fim de muitos dias de silêncio e medo aterrorizante, eles foram descobertos pelos nazistas e deportados para campos de concentração. Anne inicialmente seguiu para Auschwitz e mais tarde para Bergen-Belsen.
Todos as manhãs, Christine acorda sem saber onde está. Suas memórias desaparecem todas as vezes que ela dorme. Seu marido, Ben, é um estranho. Todos os dias ele tem de recontar a vida deles e o misterioso acidente que tornou Christine uma amnésica. Encorajada por um médico, ela começa a escrever um diário para ajudá-la a reconstruir suas memórias mas acaba descobrindo que a única pessoa em quem confia talvez esteja contando apenas parte da história. 












Dra. Eva Abelar, autoridade mundial em sonhos lúcidos, é informada de que seu filho, Joachim, uma criança autista, desaparece na mesma noite em que sua irmã, Anna, pula do 20º andar de um edifício em São Paulo. Anna era a principal cientista do projeto DreamGame, invento revolucionário que permite à pessoa jogar enquanto dorme. Eva é convidada por Yume a assumir o lugar da irmã e, à procura de respostas, se envolve em uma trama perigosa, que alcança os limites dos desejos inconscientes do homem. Enquanto usa seus conhecimentos para desvendar a morte de Anna e reencontrar Joachim, Eva descobre o quanto a sociedade está vulnerável à tecnologia e aos estímulos subliminares, e como esses estímulos podem sequestrar a liberdade e extinguir o livre-arbítrio.









